Gestão e Engenharia de Produtos e Serviços - MBA POLI USP - Síncrono/ao vivo - pecepoli

PRÉ INSCRIÇÃO - MBA
Gestão e Engenharia de Produtos e Serviços – MBA POLI USP – Síncrono/ao vivo

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Gestão e Engenharia de Produtos e Serviços – MBA POLI USP – Síncrono/ao vivo

Preparar, atualizar e qualificar profissionais envolvidos com a administração de projetos e desenvolvimento de produtos/serviços dentro do novo contexto da globalização e digitalização, em que tudo está se automatizando.

• Carga Horária
480h
• Duração
30 meses
• 2ª a 6ª feiras
19h20 - 22h40
• Sábados
08h00 - 13h00
• Início das aulas
25/07/2022

Conteúdo

O curso tem uma estrutura aberta, de forma a permitir que o participante possa escolher disciplinas de maior interessem a sua área de atuação profissional.

Carga horária

O aluno deverá cumprir uma carga horária mínima de 480 horas, sendo 420 horas/aula e 60 horas atividade de monografia (trabalho de conclusão de curso).

Duração

O prazo máximo para a conclusão do curso é de dois anos e meio (30 meses), sendo o ano letivo composto por quatro ciclos, cada um com cerca de dois meses e meio de duração.

Disciplina obrigatória

Há apenas uma disciplina obrigatória, que deve ser necessariamente cursada para completar o programa de especialização.

Disciplinas eletivas

Essas disciplinas são optativas e podem ser selecionados pelo participante para estruturar o curso da forma que melhor lhe convier. Devem ser escolhidas 13 disciplinas.

Monografia

O aluno deverá elaborar uma monografia sobre um tema correlato a “Gestão e Engenharia de Produtos e Serviços” que será avaliada por uma banca de professores. A supervisão desta atividade ficará a cargo do coordenador do programa.

Condição básica para que o aluno possa se inscrever nestas atividades é que ele tenha concluído com êxito um número de disciplinas correspondente ao mínimo de 270 horas aula (75% dos crédito mínimos exigidos).

Ao se matricular em curso do PECE, o aluno recebe o Número USP, pelo qual terá acesso remoto por acesso seguro, via rede privativa virtual (VPN), ao imenso conteúdo da Agência USP de Gestão de Informação Acadêmica (AGUIA) disponível nas bibliotecas digitais da USP, e de parceiros nacionais e internacionais. Essa facilidade dinamizará o acesso a normas, periódicos, teses, dissertações, e outras publicações, para apoiar o aluno nos seus estudos e preparação da monografia final.

Disciplinas

1. Produtos/serviços e a sociedade;

2. Ciclo de produção e consumo e espiral de projetos;

3. Análise da viabilidade técnica, econômica, ambiental e legal;

4. Processo criativo: métodos intuitivos e sistemáticos de geração de alternativas;

5. Gestão da qualidade e custos no desenvolvimento de produtos/serviços;

6. Desenvolvimento local/global de produtos/serviços para uso local/global;

7. Gestão (ágil) de projetos e gestão da inovação;

8. Desenvolvimento de produtos/serviços no contexto da inteligência artificial;

9. Engenharia e análise do valor, TRIZ e Design Thinking;

10. Estudos de caso dirigidos.


1. O que é qualidade para o cliente: características e parâmetros; facetas; o ponto de vista do cliente;

2. Entrevistas: tipos e técnicas; tipos de perguntas; técnicas de escuta;

3. Pesquisas: planejamento e projeto; questionário; amostragem; coleta, processamento e análise de dados;

4. O processamento de dados não numéricos: diagrama de relações; diagrama de afinidade; diagrama sistemático; diagrama de matriz; análise dos dados da matriz; diagrama do processo de decisão;

5. QFD - Desdobramento da Função Qualidade: objetivos; conceitos básicos; a tradução da voz do cliente; expectativas e necessidades; clientes externos e internos; planejamento do produto; desdobramento do produto; planejamento dos processos; planejamento da obtenção; matrizes de síntese; índices de desempenho;

6. Exemplos e exercícios.

/ (vídeo)

1. Teoria das inteligências múltiplas de Howard Gardner;

2. Inteligência emocional para gerenciamento de projetos;

3. Janela Johari e conhecimento do eu oculto;

4. Feedbacks eficazes: estrutura S.A.R.A.;

5. Rapport e outras ferramentas para um diálogo construtivo;

6. Comunicação passiva, agressiva e assertiva;

7. Características de equipes de alta performance;

8. Cooperação, competição e sinergia em equipe;

9. Conflitos lógicos, psicológicos e políticos;

10. Gestão de conflitos: evitar, competir, acomodar, entrar em acordo, colaborar;

11. Cultura da paz, diversidade e mediação de conflitos.


/ (Vídeo)

1. Natureza da crise atual;

2. Revisão de juros compostos, conceito de flat e float, taxa real de juros, relação entre taxa pré e taxa pós-fixada, série uniforme de pagamentos, planilhas price e sac, taxa nominal e efetiva, taxa interna de retorno;

3. Valuation - análise do risco da atividade empresarial; a contribuição do EVA na avaliação de empresas, cálculo e interpretação do valor de mercado da empresa, Goodwill;

4. Câmbio - taxas ptax, real, e futura, cupom cambial; câmbio spot, operações de carry trade e relação entre as diversas moedas - fórmula de Fisher.

    

1. Teoria geral de inovação;

2. Introdução à inovação aberta;

3. Estratégia e modelos abertos de negócio;

4. Financiamento e fomento à inovação;

5. Gestão da inovação radical;

6. Design Thinking e ação empreendedora;

7. Technology roadmapping.


1. Conscientização da necessidade de elevar continuamente a capacidade criativa por ela estar entre as capacidades sobreviventes mais exigidas dos profissionais de alta performance e para cargos hierárquicos mais altos;

2. Métodos que elevam a quantidade de alternativas disponíveis na solução de problemas. Como libertar-se da caixa, como escapar da limitação de possibilidades que tornam situações insolúveis, eternas;

3. Percepção aplicada na concepção de ideias para inovação pelo foco do usuário. Como identificar porque certos produtos/serviços fazem sucesso e outros são rejeitados, mesmo depois de comprados;

4. Processo criativo integral: desbloqueio, percepção, formatação do problema, geração de ideias, intuição - decisão;

5. Dinâmicas: exercícios individuais e em grupos para fixação do aprendizado.

/ (Vídeo)

1. Introdução ao empreendedorismo;

2. Empreendedores: quem são? Como se comportam? Onde se encontram? É possível ser empreendedor dentro de corporações existentes? É possível aprender a ser empreendedor?

3. Análise de oportunidades de negócios inovadores;

4. A concepção de um novo negócio;

5. O modelo de negócio Canvas e o plano de negócios;

6. Onde buscar suporte e investimento para o início de um negócio;

7. Juntando os ingredientes e criando efetivamente um novo negócio;

8. Apresentações dos projetos, planos e modelos de negócios.


1. A engenharia do valor. Princípios básicos e evolução histórica. Exemplos de aplicação;

2. Abordagem funcional da engenharia do valor. Estabelecimento de funções;

3. Classificação das funções;

4. Definição de valor. Atribuição de valores às funções;

5. Diagrama FAST;

6. Avaliação funcional. Identificação de recursos economizáveis;

7. Aceleradores de resultados;

8. Estudo de casos;

9. Generalização da engenharia do valor para aplicação em serviços.


  1. Conceitos básicos: planejamento, estratégia - conceito original, estratégia corporativa, quatro perspectivas ou modelos para o estudo e aplicação da estratégia corporativa;
  2. Modelos de estratégia - paradigma do mercado, Resource Based View, Business Model Canvas, planejamento estratégico;
  3. Ferramentas analíticas - análise do ramo de negócios, análise da cadeia de valor, estudo de cenários;
  4. Ferramentas analíticas - análise dos processos operacionais, indicadores de desempenho, eficiência e produtividade, Sistema Toyota;
  5. Definição de estratégias - missão, visão e valores, estratégias genéricas de Porter, estratégias de crescimento de Ansoff, strategy clock de Bowman, estratégia do oceano azul;
  6. Implementação da estratégia - pessoas, estrutura organizacional;
  7. Implementação da estratégia - tendências - ESG, agilidade organizacional;
  8. Implementação e avaliação - balanced scorecard, mapas estratégicos, modelos de gestão: EFQM, Baldridge;
  9. Revisão dos conteúdos - apresentação dos trabalhos finais.

1. Introdução ao empreendedorismo;

2. Empreendedores: quem são? Como se comportam? Onde se encontram? É possível ser empreendedor dentro de corporações existentes? É possível aprender a ser empreendedor?

3. Análise de oportunidades de negócios inovadores;

4. A concepção de um novo negócio;

5. O modelo de negócio Canvas e o plano de negócios;

6. Onde buscar suporte e investimento para o início de um negócio;

7. Juntando os ingredientes e criando efetivamente um novo negócio;

8. Apresentações dos projetos, planos e modelos de negócios.


AULA 1 - CONCEITOS BÁSICOS DE GESTÃO DE PROJETOS
Projeto, processos da gestão, áreas do conhecimento.
Critérios para avaliar o sucesso dos projetos
Fatores críticos de sucesso
Métodos e referenciais para a gestão de projetos.
Preparação do Project Charter

AULA 2 - GESTÃO ESTRATÉGICA DE PROJETOS
Gestão de portfólios
Critérios e métodos de avaliação
Organização do portfólio
Organizando o PMO

AULA 3 - INTRODUÇÃO À GESTÃO PREDITIVA
Gestão do escopo
Aprendendo a organizar a WBS

AULA 4 - TEMPO E CUSTOS
Derivando atividades da WBS
Definição de precedências
Construção do cronograma
Identificação dos recursos

AULA 5 - TEMPO E CUSTOS
Construção do orçamento e da curva S
Controle do projeto por meio da técnica EVM - Earned Value Management
Preparação do plano do projeto

AULA 6 - INTRODUÇÃO À GESTÃO ÁGIL DE PROJETOS
Origens dos métodos ágeis
Sistema Toyota e gestão lean
Princípios dos métodos ágeis
Scrum - o ágil hegemônico
Procedimentos e ferramentas do Framework Scrum

AULA 7 - GESTÃO ÁGIL DE PROJETOS
Exercício de gestão de projeto ágil

AULA 8 - PMO ÁGIL - PORTFOLIO ÁGIL Fundamentos da gestão enxuta; organização enxuta;
Características do PMO ágil
Habilitadores da agilidade na gestão de portfolios

AULA 9 - PAINEL E ENCERRAMENTO DO CURSO
Resumo: comparação preditivo vs. Ágil
Usando o ágil com ferramentas do preditivo
Usando o preditivo com ferramentas do ágil

1. Processo de internacionalização, fluxograma conceitual;

2. Formação de equipe e cultura organizacional;

3. Definição do portfólio de produtos;

4. Prospecção de mercados potenciais com uso de portais de informação pública;

5. Definição da arquitetura do negócio;

6. Pesquisa e mapeamento ambiental;

7. A influência da IoT/IoE no desenvolvimento de produtos/serviços e mercados;

8. Adequação de produtos aos mercados exteriores, análise de aceitação, formação de preço;

9. Análise de viabilidade, contratos internacionais, Incoterms;

10. Tópicos de "Logística 4.0" e "Global Supply Chain" para alavancagem da competitividade; alianças estratégicas como fatores críticos de sucesso;

11. Integração de serviços: Servitization, Produtization e Product Service System;

12. Planejamento estratégico e Lean Management; análise de riscos;

13. Implementação do projeto, acompanhamento e controle.



/ (vídeo1) / (vídeo2) / (vídeo3)

1. Liderança: grid gerencial e liderança situacional;

2. Habilidades gerenciais vs. liderança;

3. Influência e poder: legitimidade e consolidação;

4. Relações humanas;

5. Motivação;

6. Negociação, novo paradigma;

7. Técnicas de convencimento;

8. Técnicas de persuasão.


1. Desafios no lançamento de novos produtos;

2. Compreendendo o mercado: o comportamento, a segmentação e a persona;

3. Mapeamento do processo de compra;

4. Posicionamento, discriminador, reason why;

5. Marketing toolbox: estratégia de produto: curva de adoção, CVP e marca; estratégia de preço; distribuição: seleção e otimização dos canais; comunicação: imprensa, mídias sociais, website, propaganda digital, relações públicas; ponto de venda; propaganda TV e rádio;

6. Avaliação do lançamento.


1. Modelo de comunicação: a percepção da realidade através dos filtros mentais pessoais;

2. Canais representativos principais: visual, auditivo e cinestésico; percepção do canal representativo principal;

3. Indicadores de imprecisão: substantivos e verbos inespecíficos; generalizações e comparações.

4. Metaprogramas: definição de perfil pessoal através de metaprogramas; aplicação dos metaprogramas na comunicação;

5. Definição de objetivos: aplicação do metaobjetivo;

6. Princípios de negociação: acordo condicional;

7. Técnicas de apresentação: controle do medo de falar em público; técnicas jornalísticas.


1. Conceitos de Sistemas Produto-Serviço (PSS - Product Service Systems) e "Servitização";

2. Casos práticos de PSS e Servitização;

3. Relacionamento entre PSS e sustentabilidade & PSS e economia circular;

4. "Produtos inteligentes" - smart products;

5. Tecnologias IoT empregadas em produtos inteligentes;

6. Modelos de negócios de Sistemas Produto-Serviço;

7. Abordagens e métodos de desenvolvimento aplicados em Sistemas Produto-Serviço.


1. Entender os principais aspectos por trás da 4ª revolução industrial associada às tecnologias 4.0 - apesar de ser uma revolução industrial, ela não é apenas tecnológica;

2. A abrangência do conceito de Indústria 4.0;

3. Cyber Physical System (CPS);

4. Digital Twin;

5. Internet das Coisas (IoT);

6. Arquitetura orientada a serviços (SOA);

7. Big data & analytics;

8. Cloud computing;

9. Competências que o ser humano deve desenvolver para interagir com este novo cenário envolvendo técnicas, tecnologias e ciência;

10. Características de Produtos e Serviços 4.0.


1. Impactos na organização ao focar no cliente;

2. A estratégia e os elementos-chave da transformação digital;

3. Transformação digital e serviços centrados no cliente;

4. Design thinking e de serviços;

5. Etapas de um projeto de design de serviços;

6. Inovação e ciclo de vida de produtos e serviços;

7. Insights e futurismo a serviço da estratégia;

8. Casos de uso da metodologia, escaláveis para outras organizações;

9. Construção de protótipos de serviços inovadores.


/ (Vídeo)

1. Definição de problemas inventivos;

2. Fundamentos da TRIZ: inércia psicológica, contradições, idealidade, níveis de inventividade;

3. Ferramentas da TRIZ: os 04 princípios inventivos, os 39 parâmetros de engenharia, matriz de contradições, as 76 soluções padrão, ARIZ - algoritmo para a solução de problemas inventivos, análise substância-campo;

4. Aplicações e estudo de caso.


/ (vídeo) / (e-book)

1. Conceitos fundamentais do design;

2. Introdução à história do design: revolução industrial, Bauhaus, era digital;

3. A relação entre os meios de representação e o produto: do sketch ao modelo digital;

4. Design atendendo aos requisitos do usuário, dos funcionais aos emocionais;

5. Definição de requisitos de projeto: engenharia de valor e mapeamento das necessidades;

6. Design thinking e design eco-sustentável - ciclo de vida do produto: da concepção ao consumo/ descarte;

7. Usabilidade, experiência do usuário e design para o futuro;

8. Casos de sucesso em diversos setores industriais.


Critério geral de aprovação

Para ser considerado aprovado no Curso de Gestão e Engenharia de Produtos e Serviços- MBA-USP, e ter direito ao respectivo Certificado de Conclusão, o participante deverá satisfazer os seguintes requisitos:

a) Obter nota final igual ou superior a 7,0 (sete) em cada uma das disciplinas cursadas. A avaliação em cada disciplina será feita de acordo com o critério previamente estabelecido em cada uma delas, envolvendo provas, trabalhos, etc..
b) Ter freqüência igual ou superior a 75% em cada disciplina e freqüência global no programa de Especialização igual ou superior a 75%.
c) Ter se inscrito nas atividades Monografia I e Monografia II e ter uma nota final igual ou superior a 7,0 (sete). As atividades Monografia I e Monografia II (atividades pagas) serão oferecidas duas vezes ao ano. Condição básica para que o aluno possa se inscrever nestas atividades é que ele tenha concluído com êxito um número de disciplinas correspondente ao mínimo de 270 horas aula (75% dos crédito mínimos exigidos).

Dedicação

Pressupõe-se que, para cada hora de aula, correspondam de uma a três horas de dedicação individual do participante.

Oferecimento e realização das disciplinas

As disciplinas serão oferecidas nos ciclos do PECE, a critério deste, e serão realizadas desde que haja um número mínimo, estabelecido pelo PECE, de participantes matriculados.

Grade de disciplinas

A grade selecionada deverá ser concluída no período estabelecido pelo Termo do Aluno, e deverá cumprir cronograma financeiro sugerido no ato da matrícula. Qualquer mudança na grade acadêmica implicará em mudanças no cronograma financeiro.

ATENÇÃO! - O Programa de Educação Continuada da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (PECE/EPUSP) reserva-se o direito de não realizar este curso, ou modificar sua data.

As empresas instaladas no Brasil, com seus produtos e serviços associados, têm que competir em preço e qualidade com similares estrangeiros tanto no mercado nacional quanto no exterior. Isto força as mesmas a assimilar e desenvolver continuamente novas tecnologias, produtos e serviços, visando redução de custos e busca de novos mercados tanto interna quanto externamente ao pais.
A automação, como forma de substituição do esforço humano e como potencializadora de volumes de produção nas dimensões que as novas demandas requerem, surgiu há algumas décadas, com os primeiros computadores e “pequenos robôs”, e evoluiu rapidamente até estar presente em quase todos os momentos da vida humana: do celular ao automóvel, do forno inteligente ao controle do uso da água, das máquinas industriais aos sistemas logísticos e em todas as dimensões onde se procure. Isoladamente, a automação trouxe comodidades, agregou valores, melhorou a qualidade da produção e reduziu custos drasticamente. Entretanto, a revolução que se vê agora, traz uma agregação de potencial muito maior: a automação e os sistemas integrados com imensas quantidades de dados (com algoritmos para analisá-los e utilizá-los novamente), interativamente, gerando conhecimento e criando inteligência artificial.
A IoT (Internet of Things) requer que o desenvolvedor de soluções, produtos e serviços adote novos modelos organizacionais e de projeto, com a inclusão de áreas não tão frequentemente presentes no PDP, como a de tecnologia da informação (TI), que traz em seu bojo não só o conhecimento de sistemas, o tratamento dos dados e as definições de infraestrutura, mas a cultura de desenvolvimento rápido de novos produtos
Áreas de gestão do conhecimento e de inteligência do negócio também são novas participantes ativas, pois contribuem com toda a análise e utilização dos grandes volumes de dados gerados (os big data). Surgem e expandem-se novos conceitos de negócio, como o modelo de negócio de produto como serviço, que desvincula a ideia de posse do produto, ou seja, paga-se pelo que é utilizado; o foco no sucesso do usuário, em contraste com apenas a necessidade do usuário e a análise dos dados gerados como vantagem competitiva, além da visão do produto como parte integrada em um amplo sistema, gerando novas oportunidades de oferta de valores. Além disso, as preocupações com aspectos de segurança, privacidade, desempenho, custos, etc., são ainda maiores dos que as presentes nos produtos convencionais (não IoT).

Objetivo

O objetivo do Programa de Especialização em Gestão e Engenharia de Produtos e Serviços – MBA-USP do PECE é preparar, atualizar e qualificar profissionais envolvidos com a administração de projetos e desenvolvimento de produtos/serviços neste novo contexto da globalização e digitalização.

Público-Alvo

Diretores, gerentes e responsáveis por produtos, projetos e novos negócios, e profissionais das mais diversas formações que atuem no desenvolvimento de novos produtos e negócios.

O conjunto de disciplinas procura abordar temas gerenciais, humanos e tecnológicos de forma balanceada. Com isto pretende-se através do curso possibilitar, ou facilitar, que profissionais interessados adquiram estas competências e com isto aumentar a capacidade competitiva do setor produtivo brasileiro.  Assista aos vídeos e apresentações de algumas das disciplinas:

“A Vantagem Competitiva pelo Design” (vídeo) / e-book;
“Administração de Pessoas e de Conflitos na Condução de Projetos ” (vídeo);
“Criação de Programas de Inovação Aberta” (vídeo)  e-book / apresentação;
“TRIZ – Teoria para a Resolução de Problemas Inventivos” (vídeo);
“Liderança, Poder e Negociação “ (vídeo1)  (vídeo2) (vídeo3);

Este curso MBA leva em consideração também, que no mercado globalizado é necessário antever as necessidades do consumidor: características técnicas, qualidade e custo, antes da concorrência; tudo isso é necessário para que o produto final chegue ao mercado com larga vantagem competitiva.

Local & horário de realização do curso

As aulas serão ministradas no modelo não presencias, mas síncrono (ao vivo), no horário noturno (19:00hs até 22:00hs) nos dias de semana e no sábado pela manhã (08:00hs até 12:00hs), conforme estabelecido na grade das disciplinas oferecidas, ciclo a ciclo, sendo o ano letivo composto por quatro ciclos, cada um com cerca de dois meses e meio de duração.

As  avaliações  finais  das disciplinas,  bem  como  a  apresentação  da  monografia  serão  presenciais na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. A monografia, desenvolvida de forma individual, será avaliada por uma banca de professores. E o tema deverá ser pertinente à Gestão e Engenharia de Produtos e Serviços, procurando focar na  solução de um problema real da empresa

ATENÇÃO! - O Programa de Educação Continuada da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (PECE/EPUSP) reserva-se o direito de não realizar este curso, ou modificar sua data.

A coordenação do curso está a cargo dos Professores Paulo Carlos Kaminski  e Marcelo Massarani, do Departamento de Engenharia Mecânica da Escola Politécnica da USP.
O corpo docente, em sua maioria Doutores em Engenharia, é um grupo seleto e único, formado por professores da Universidade de São Paulo e especialistas convidados.  Todos  com  grande  experiência  profissional  (nacional  e internacional) na área de produtos e serviços e em sistemas de ensino/aprendizagem.

■ Coordenador do Curso: Paulo Carlos Kaminski
Engenheiro Naval (USP/1986), Administrador de empresas (USP/1990) e Doutor em Engenharia Mecânica (USP/1992). Tem experiência em pesquisa e ensino na grande área da mecânica, atuando principalmente nos seguintes temas: engenharia de produto, metodologia do projeto, educação continuada e internacionalização da engenharia. De 2009 a 2014 foi pesquisador visitante do Instituto de Pesquisas da Indústria de Autopeças do Japão (Universidade de Waseda). Na Poli-USP, é professor titular do Departamento de Engenharia Mecânica; presidente da Comissão de Cultura e Extensão; coordenador acadêmico do Programa de Educação Continuada (PECE); coordenador do Centro de Engenharia Automotiva (CEA); coordenador do curso de Especialização em Engenharia da Mobilidade e do curso de Especialização em Gestão e Engenharia de Produtos e Serviços (MBA/USP). É colaborador internacional do CIRST (Centre interuniversitaire de recherche sur la science et la technologie) de Quebec (Canadá) e membro do Conselho Gestor do programa ROTA-2030 – Brasília-DF. (http://sites.poli.usp.br/p/paulo.kaminski)

■ Vice Coordenador do Curso: Marcelo Massarani
Engenheiro Mecânico (USP/1987), e Doutor em Engenharia Mecânica (USP/1998). Professor da Escola Politécnica da USP onde ministra cursos de graduação, pós-graduação e atualização desde 1988, nas áreas de metodologia do projeto, engenharia e análise do valor, cálculo estrutural e dinâmica veicular. Consultor de empresas para a concepção e desenvolvimento de produtos. Pesquisa e desenvolve técnicas para o uso da criatividade, inovação, métodos de comunicação precisa em ambiente empresarial e aplicações da análise e engenharia do valor. Diretor Acadêmico da AEA – Associação Brasileira de Engenharia Automotiva e Conselheiro do IQA – Instituto da Qualidade Automotiva.
LinkedIn: linkedin.com/in/marcelo-massarani-32972515

■ Adherbal Caminada Netto
Engenheiro sênior com experiência internacional. Formado em Engenharia Naval pela Escola Politécnica da USP, é Doutor em Engenharia (2006) pela mesma Escola e possui longa experiência industrial, sendo 2 anos em estaleiro da Marinha Real no Reino Unido. Foi assessor técnico de órgão governamental em Londres, com a finalidade de selecionar e auditar fornecedores. Possui Especialização em Aprimoramento Empresarial (EPUSP/IRS/FIESP) e realizou cursos de extensão superior na Escola de Guerra Naval no Rio de Janeiro. Desde 1983 é professor da USP e do PECE e consultor de empresas.
LinkedIn: linkedin.com/in/adherbal-caminada-netto-574b3670

■ Álvaro Santos Gregório Filho
É consultor de Inovação em Governo, da Secretaria de Governo do Estado de São Paulo, Mestre em Educação, Administração e Comunicação e MBA on Internet Technology. Atuando no setor público desde 1981, criou para o governo de São Paulo o ePoupatempo, o Portal Cidadão SP, a Rede Paulista de Inovação em Governo, o inova Day, o projeto de Governo como Plataforma e o iGov Lab, Laboratório de Inovação em Governo. Atua como docente no ensino superior desde 1987, em cursos de Gestão e Design nas instituições ESPM e Universidade Anhembi Morumbi. Atualmente leciona no MBA de Gestão e Engenharia de Serviços da POLI/USP, na disciplina de Inovação em Serviços com Design Thinking; como professor convidado no MBA de Excelência Gerencial da FIA/USP e no Mestrado de Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas com Design de Serviços Públicos.
LinkedIn: linkedin.com/in/alvaro-gregorio-b333b724

■ Antônio Cesar Amaru Maximiano
Administrador de Empresas (USP/1974), Mestre em Administração (USP/1977), Doutor em Administração (USP/1984) e Livre-Docente (USP/1989). Até 2017, foi Professor de Administração na Faculdade de Economia e Administração da USP. Em 1985, fez parte do grupo que instituiu a FIA – Fundação Instituto de Administração, onde trabalhou como Coordenador de Projetos até 2020. Em 1986, participou do grupo que fundou o Capítulo Brasil do Project Management Institute, posteriormente PMI São Paulo Chapter. Em 1991, foi consultor da International Tropical Timber Organization, em Yokohama, Japão, para a criação de um modelo de gestão de projetos de financiamento. Em 2009, foi Professor convidado da Université François Rabelais (Tours, France, 2009). Atualmente, é Coordenador Acadêmico no PECEGE, em Piracicaba. É professor de Gerenciamento de Projetos no PECE. Autor de diversos livros didáticos sobre administração.
LinkedIn: linkedin.com/in/antonio-cesar-amaru-maximiano

■ Diolino José dos Santos Filho
Engenheiro Eletricista com ênfase em Microeletrônica pela POLI-USP (1988), Mestre em Engenharia de Automação e Sistemas pela POLI-USP (1993), Doutor em Engenharia de Automação e Sistemas pela POLI-USP (1998) e Livre-Docente pela POLI-USP (2000) na área de Automação da Manufatura e Robótica. Desde 2000 é Professor Associado da POLI-USP. Desde 1999 é membro do Laboratório de Sistemas e Automação da POLI-USP. Atua como Tutor do Programa de Educação Tutorial – PET – Automação e Sistemas desde 2009. Desde 1989 atua na área de Engenharia Mecatrônica, com foco em Automação de Sistemas com experiência em modelagem, análise e controle de sistemas produtivos, robôs colaborativos e robôs móveis (VATs). Nesta área desenvolve pesquisa para validação e verificação de arquiteturas lógica e física de controladores programáveis; projeto de sistemas de controle de tarefas de Veículos Autônomos de Transporte e Transportadores Inteligentes; projeto de Sistemas Instrumentados de Segurança – SIS para sistemas críticos e; projetos de Comissionamento Virtual. Neste contexto, as pesquisas estão focadas em técnicas que contemplam sistemas Ciber Físicos (CPS), Internet das Coisas (IoT), Realidade Virtual e Gêmeos Digitais baseados no conceito de Indústria 4.0 e a arquitetura RAMI 4.0. Atua também em bioengenharia na área de desenvolvimento de sistemas de controle de Dispositivos de Assistência Ventricular aplicando o conceito de Saúde 4.0 e Segurança Inerente para o projeto destes sistemas segundo uma abordagem mecatrônica.

■ Eduardo de Senzi Zancul
Professor da POLI-USP, atuando no Departamento de Engenharia de Produção. Nos últimos anos, tem se dedicado à concepção, implantação e coordenação de quatro laboratórios de inovação, empreendedorismo e manufatura: INOVALAB@POLI, Design Factory São Paulo (em rede internacional com sede na Aalto University da Finlândia), Ocean USP Samsung e Fábrica do Futuro POLI-USP. Possui cinco pedidos de patente depositados, sendo um licenciado. Criou e ministra a disciplina Desenvolvimento Integrado de Produtos. Apoia atividades de empreendedorismo no ambiente universitário. Vice coordenador do curso USP de extensão Incentivo ao Empreendedorismo com o uso de tecnologias digitais móveis, na modalidade difusão grátis para a comunidade, Supervisor da Empresa Júnior dos alunos da Escola Politécnica (POLI Jr). Recebeu em 2019 o Prêmio de Inventor Conde Armando Álvares Penteado, conferido pela Diretoria da POLI-USP. Recebeu em 2014 o Prêmio Santander Universidades / Guia do Estudante na categoria Inovação no Ensino. Foi membro pro bono do Conselho de Cursos de Engenharia do Insper. É fellow da Fundação Lemann. Foi Visiting Professor no Trinity College Dublin em 2016 e Visiting Scholar da Graduate School of Education da Stanford University em 2015. Possui mais de 8 anos de experiência em consultoria de estratégia, tendo sido gerente da Bain & Company até 2012. Foi pesquisador assistente do Laboratorium für Werkzeugmaschinen und Betriebslehre (WZL) da RWTH Aachen University entre 2005 e 2007. Engenheiro Mecânico (1997), mestre em Engenharia de Produção (2000) e doutor em Engenharia de Produção (2009) pela Escola de Engenharia de São Carlos da USP. Atua em pesquisa em gestão do desenvolvimento de produtos, processos de projeto (design), manufatura avançada e ensino de engenharia.
LinkedIn: linkedin.com/in/eduardo-zancul-8a152

■ Emilio Carlos Baraldi
Engenheiro Mecânico (UMC/1989), Mestre em Engenharia Automotiva (USP/2006), MBA (FIA/2009), Doutor em Engenharia Mecânica (USP/2017). Atualmente é Pós-Doutorando pela Universidade de São Paulo no CEA e professor do Centro de Engenharia Automotiva (CEA) e do Programa de Educação Continuada (PECE), ambos da Escola Politécnica da USP. Possui mais de 30 anos de experiência na indústria na área de fabricação, onde seu foco principal é implementação e desenvolvimento de processos de fabricação e solução de problemas na indústria automotiva. Seus temas de interesse são: processo de desenvolvimento do produto, desenvolvimento do processo produtivo, lean manufacturing, recall e qualidade.
LinkedIn: linkedin.com/in/emilio-carlos-baraldi-9646159a

■ Fabiano Armellini
Graduado em Engenharia Mecatrônica (POLI, 2003), mestre (POLI, 2006) e doutor (2013) em Engenharia Mecânica pela POLI-USP. Atualmente é professor associado no Departamento de Matemática e Engenharia Industrial da École Polytechnique de Montréal (Canadá). Possui experiência como empreendedor, consultor e engenheiro de desenvolvimento de produtos nos setores de automação industrial e aeroespacial. Como consultor, já ajudou empresas na organização das atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica, em diversos setores tais como telecomunicações, automação, alimentos, químico, mineração, agrícola e aeroespacial. Sua pesquisa está voltada para a área de gestão da inovação e empreendedorismo tecnológico.
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■ Fabrício Junqueira
Engenheiro Mecânico (USP/1998), Administrador (USP/2002), Mestre em Engenharia Mecânica (USP/2001) e Doutor em Engenharia Mecânica (USP/2006). Tem experiência na área de engenharia mecânica, com ênfase em mecatrônica, atuando principalmente nos seguintes temas: rede de petri, simulação a eventos discretos, indústria 4.0. Atuou como analista de sistemas (desenvolvimento) no Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO) de 2005 a 2008. Desde 2006 é membro do laboratório de sistemas de automação da EPUSP e a partir de 2009 é docente em regime de dedicação integral. Desde o mestrado atua no desenvolvimento de técnicas para a modelagem, simulação e controle de sistemas a eventos discretos utilizando ferramentas como Rede de Petri. Atualmente tem interesse no estudo e desenvolvimento de técnicas para modelagem, análise e controle de sistemas baseados nos conceitos de indústria 4.0, considerando-se o RAMI 4.0, e as tecnologias que dão suporte à indústria 4.0, como por exemplo, sistemas cíber físicos (CPS), Internet das coisas (IoT), orientação à serviços (SOA), machine-to-machine (M2M), gêmeo digital, realidade virtual etc.
LinkedIn: linkedin.com/in/fabriciojunqueira

■ Francesco Bordignon
Graduado em Engenharia Química (Università di Bologna, 1987), MBA em Engenharia (Ordine degli Ingegneri di Ferrara, 1992), MBA em Gestão e Engenharia de Produtos (Universidade de São Paulo, 2005), mestrado em Engenharia Naval e Oceânica (Universidade de São Paulo, 2007), doutorado em Engenharia Mecânica (Universidade de São Paulo, 2013). É professor titular pleno e Diretor da Faculdade de Tecnologia de Jundiaí do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, professor a contrato da Universidade de São Paulo (PECE) e da Fundação Instituto de Administração (FIA). Membro do Comitê de Auxílio Técnico (CAT) Mecânica e Transporte do MCTI. Tem experiência de gestão de empresas multinacionais e pesquisa na área de Engenharia de Produção, com ênfase em Gerência do Projeto e do Produto, atuando principalmente nas áreas de produção de cerâmica, comércio exterior e internacionalização de empresas.

■ Fernando Tobal Berssaneti
Possui graduação em Engenharia de Produção pela POLI-USP, mestrado em Engenharia de Produção pela POLI-USP (2006) e doutorado em Engenharia de Produção pela POLI-USP (2011). É Professor Doutor do Departamento de Engenharia de Produção da POLI-USP e membro do Conselho Curador da Fundação Carlos Alberto Vanzolini. Atua como consultor de empresas e ministra disciplinas em cursos de Especialização da Escola Politécnica da USP desde 2004. Tem experiência na área de Engenharia de Produção, com ênfase Engenharia Econômica, Matemática Financeira, Gerência do Projeto e do Produto e Gestão da Qualidade e Produtividade.
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■ Guido Muzio Candido
Engenheiro Mecânico (Eng. Mauá/1997), Pós-graduado em Engenharia Mecânica Automobilística (FEI/1998), Mestre Profissional em Engenharia Mecânica Automotiva (Poli-USP/2005), Doutorando em Engenharia Mecânica (Poli-USP). Possui experiência profissional desde 1997 em indústrias automotivas (BMW, Ford, GM e Grupo PSA) com ênfase em engenharia de desenvolvimento de novos produtos automotivos, reduções de custos dos produtos, engenharia avançada, gestão de patentes na engenharia de produtos, gestão e auditoria de qualidade de processo e de fornecedores. Atuou como gerente técnico em projeto, processo, qualificação e validação de materiais e veículos civis blindados da BMW no Brasil com certificação balística pelo Instituto Beschussamt Ulm, órgão oficial do governo alemão. Trabalhou como engenheiro de testes e homologação de veículo elétrico. É perito judicial no TJSP. Atua desde 2016 como professor orientador de monografia no curso de MBA em Gestão e Engenharia de Produtos e Serviços no Programa de Educação Continuada (PECE) da Poli-USP. Temas de interesse: processo de desenvolvimento do produto automotivo, qualidade do produto e processo automotivo, segurança e projeto e validação de blindagem veicular.
LinkedIn: linkedin.com/in/guidomuzio.

■ Hugo Paulo Ehrentreich
Economista (PUC/1974), Pós-Graduado em Administração Contábil e Financeira (FGV/1984) e Mestre em Ciências Contábeis (FECAP/2009). Sócio da HPE Learning Treinamento e Gestão Empresarial Ltda. e foi docente na Trevisan Escola de Negócios, nas Disciplinas Governança Corporativa e Sustentabilidade. Lecionou na Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação ESAMC e foi Diretor de Finanças (CFO) na Schaeffler do Brasil, entre outros.
LinkedIn: linkedin.com/in/hugo-ehrentreich-3082512b

■ Ilíada Silva Alves de Castro
Mestre e Doutora pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Docente dos cursos de pós-graduação, especialização e MBAs da Fundação Vanzolini -USP, PECE-USP e FIA e Idea9. Pesquisa os temas: Comunicação Oral e Escrita, Equipes de Alto Desempenho, Administração de Conflitos e Soft Skills. Sócia-fundadora do Instituto de Desenvolvimento de Excelência Pessoal e Empresarial – INDEPE, ministra cursos in company. Criadora, juntamente com Ricardo Buonanni, do Workshop Transformando Sonhos em Realidade, com mais de 50 edições. Desde 2016 mantém o canal no Youtube: Ilíada de Castro. Ganhou 2 vezes Prêmio de Melhor Professor no Curso de Especialização em Gestão de Projetos da Vanzolini e foi avaliada como Professora Nota 10 da Vanzolini e na Pós de Sustentabilidade da FIA. Premiada com Certificado de Excelência Didática no Programa de Gestão de Projetos da FIA.

LinkedIn: linkedin.com/in/professorailíadadecastro

■ Rui Santo
Mestre em Ciências da Comunicação pela ECA / USP. Engenheiro sênior internacional residiu em Zürich, Suíça durante 4 anos. Professor de criatividade em vários MBAs (PECE – POLI / USP, FIA / USP, EMI (FGV+FDC), FIPT / IPT). Artista plástico – autor do TELATUS uma nova arquitetura para a arte. Apresentou duas exposições realizadas na USP. Pesquisador, desenvolvedor, consultor e palestrante sobre criatividade e inovação. Autor de várias ferramentas de criatividade, aplicadas à propaganda e marketing, motivação, detecção de tendências e ponto de inflexão nos negócios, liderança, negociação, gestão e desenvolvimento de produtos e serviços. Autor do único curso brasileiro de criatividade para inovação, adquirido por Universidade Corporativa Americana. Autor de várias patentes (20). Escolhido pela Revista ESPM entre os 10 inovadores do Brasil (2006). Autor de formulações matemáticas de inovação que minimizam os riscos financeiros. Autor de método de análise de ideias visto do ponto de vista do usuário/consumidor/cliente, que, “desde sempre”, analisaram produtos e serviços. Baseia-se em conceitos de física, conceitos de economia (Prêmio Nobel de 2002) e conceitos de comportamento humano. Autor de método de análise de inovações das empresas.

■ José Carlos Assis Dornelas
Conferencista, consultor de empresas e professor de empreendedorismo. Leciona em cursos de MBA na FIA – Fundação Instituto de Administração, na USP e é professor convidado no Brasil e exterior. Realizou seu pós-doutoramento nos EUA e foi o primeiro e único professor brasileiro como Visiting Scholar no Centro de Empreendedorismo do Babson College – a melhor escola de negócios com foco em ensino de empreendedorismo no mundo. É engenheiro pela EESC-USP, com mestrado e doutorado pela USP, especialização em marketing pela ESPM e cursos de extensão em Harvard e no MIT. É Visiting Scholar na Columbia University em Nova York. É autor e coautor de 17 livros, sendo que o livro “Empreendedorismo Corporativo” foi finalista do Prêmio Jabuti em 2004. Publicou artigos premiados em congressos, seminários e revistas especializadas, nacional e internacionalmente. Tem assessorado empresas nacionais e multinacionais além de incubadoras de empresas e empreendedores com treinamentos, palestras e consultorias em empreendedorismo corporativo e plano de negócios.

■ José Nicolau Pompeo
Possui graduação em Física pela Universidade de São Paulo (1974), mestrado em Economia Aplicada à Administração pela Fundação Getúlio Vargas – SP (1984) e doutorado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2003). Atualmente é professor assistente doutor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, professor doutor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, professor de finanças da POLI-USP-PECE, economista coordenador do Instituto Econômico dos Metalúrgicos de Campinas e Região. É professor convidado da Universidade de Paris I, Panthéon-Sorbonne. Experiência na área de Administração, com ênfase em Matemática Financeira Aplicada, atuando principalmente nos seguintes temas: economia brasileira, cenários econômicos, cálculo financeiro, economia financeira e finanças pessoais.

LinkedIn: linkedin.com/in/jnpompeo

■ Leonardo Augusto de Vasconcelos Gomes
Professor do curso de administração na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP. Doutor em Engenharia de Produção da POLI-USP, com período sanduíche na Universidade de Cambridge. Possui graduação em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Minas Gerais com intercâmbio na École Superieure D´Ingenieurs en Eletrotechnique et Eletronique. Atua nas áreas de inovação, empreendedorismo tecnológico acadêmico, planejamento estratégico e tecnológico, Technology Roadmapping, tomada de decisão sob complexidade e incerteza, e formulação de políticas públicas em contextos de crise. É editor do periódico Innovation and Management Review.

■ Licínio Motta Neto
Possui graduação em Administração de Empresas pelas Faculdades Metropolitanas Unidas de São Paulo, FMU (1976) e mestrado em Administração pela Central Michigan University (1979). Foi coordenador do Núcleo de Marketing e Professor de MBA e Cursos In Company da Fundação Dom Cabral (1999 a 2006). Atuou como Professor convidado de marketing no MBA Gestão Estratégica na Fundação Getúlio Vargas (1999 a 2007). Foi diretor-geral de pós-graduação da Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo (ESPM) de 2010 a 2016. É gerente/sócio da CLM que atua em atividades de assessoria de negócios com foco em Marketing, Programas de desenvolvimento e Pesquisa de Marketing. Possui experiência nas áreas de Gestão Geral de Negócios, Marketing e Comercial em empresas nacionais e multinacionais. Experiência em processos de turnaround, startup, reestruturações de negócios e mudanças organizacionais.

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■ Marcelo Silva Oliveira
Graduado em Desenho Industrial pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (1990), Doutor em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2010), mestre em Compósitos Avançados pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (1998). Atualmente é Professor Doutor assistente da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Professor do departamento de projetos da FAU-USP e coordenador da CERC – Coordenadoria de Esportes e Relações Comunitárias da Pró Reitoria de Cultura e Extensão – PREC da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Membro do D+A (Design em Ação) – Grupo de pesquisa em Design da FAU – USP Tem experiência na área de Desenho Industrial, com ênfase em Pré-Projeto de Veículos, atuando principalmente no seguinte tema: projeto de Aeronaves Leves e estruturas aeronáuticas e Design Thinking aplicado a problemas amplos (produtos, serviços, ética).

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■ Paulo Augusto Cauchick Miguel
O Engenheiro Paulo Augusto Cauchick Miguel é Professor Associado do Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), credenciado como professor-orientador no Programa de Pós-graduação em Engenharia de Produção (POLI) e no Mestrado Profissional na Universidade Federal Fluminense. Pesquisador de Produtividade em Pesquisa (PQ) do CNPq desde 2000. Tem produção científica no país e no exterior, bem como autoria, organização e participação em diversos livros no Brasil. Atua no ensino e pesquisa em Engenharia de Produção e Gestão de Operações desde 1990, com ênfase nas linhas de pesquisa: Gestão de Desenvolvimento de Produto, Gestão e Engenharia da Qualidade, Sistemas Produto-serviço, Educação em Engenharia e Metodologia de Pesquisa em Gestão de Operações.

■ Renato Vizioli
Graduado em Engenharia Química (POLI, 1986) e em Arquitetura (FAU-USP, 1991), especialista em Marketing (CEAG-EAESP), mestre em Engenharia Mecânica (POLI, 2001). Doutor em Ciências-Engenharia Mecânica de Projeto e Fabricação pela (POLI, 2019). É professor na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e Design na Universidade Presbiteriana Mackenzie e professor de Arquitetura e Urbanismo na UNICEP. Tem experiência nas áreas de Design, Arquitetura, Engenharia e Sistemas computacionais, tendo colaborado com o Curso de Especialização em Gestão e Engenharia de Produtos desde 2001. Atua profissionalmente prestando serviços de design, engenharia, arquitetura e análise de sistemas, com ênfase em metodologias e processos criativos.

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■ Ricardo Rodrigues Buonanni
Graduado em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo (USP/1979) e em Administração (Mackenzie /1990). É Practitioner e Master Practitioner em PNL; Coordenador em Dinâmica de Grupos pela SBDG. Com uma carreira de 18 anos em empresas de grande porte na área de transportes. Diretor de Recursos Humanos da CMTC no período de 1989 a 1992. Secretário Nacional de Recursos Humanos (convidado) no Ministério da Administração do governo federal do Brasil em 1993. Atua desde 1994 como consultor e professor em treinamento e desenvolvimento. Atualmente é gestor do Instituto de Desenvolvimento Pessoal e Empresarial INDEPE SS. Tem experiência na área de administração. Atua como professor convidado em diversas Instituições de Ensino como: Programa de educação continuada da Escola Politécnica da USP; Especialização em engenharia automotiva da USP; SAE-Brasil; Fundação Vanzolini, FIA entre outras. Prêmio de Excelência Didática em Educação Executiva pela FIA em 2018 e 2019. Produz e apresenta um canal educacional no Youtube com 240 vídeos no ar.

LinkedIn: linkedin.com/in/ricardo-buonanni-96bb89bb .

ATENÇÃO! - O Programa de Educação Continuada da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (PECE/EPUSP) reserva-se o direito de não realizar este curso, ou modificar sua data.

O investimento deste curso:

Valor total de R$ 30.720,00 ou em 24 parcelas mensais e consecutivas de R$ 1.280,00.

Pagamento à vista tem 5% de desconto.

Para maiores informações, por favor, entrar em contato com a nossa Central de Apoio ao Aluno:
Atendimento online:  de segunda-feira à sexta-feira, das 08h30 às 20h00.
E-mail: atendimento@pecepoli.com.br

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Processo seletivo
1. O interessado em participar do Processo Seletivo deste curso deverá proceder da seguinte forma:
a) Preencher a Ficha de Inscrição;
b) Efetuar o pagamento da taxa de inscrição no valor de R$ 150,00 (cento e cinquenta reais), através de boleto bancário. O boleto bancário será enviado automaticamente para sua caixa postal logo após o preenchimento e envio da ficha de inscrição.
2. Seleção:
A seleção será feita com base nas informações fornecidas pelo interessado na “Ficha de Inscrição”.
Caso o interessado seja aprovado, receberá e-mail do Centro de Apoio ao Aluno, com instruções para efetivar sua matrícula.
Lembrando que, a participação no processo seletivo só será possível com a confirmação do pagamento da taxa de inscrição.

Turma 2022 – segundo semestre

Datas de inscrição e matrícula
Inscrições: até 07/07/2022
Entrevista: não há.
Resultado: por e-mail ou telefone.
Matrículas: de 11 a 15/07/2022
Início das Aulas: 25/07/2022

Matrícula no curso
Para matricular-se neste curso o interessado deve ter sido aprovado no respectivo Processo Seletivo.
O inscrito que for aprovado no Processo Seletivo, deverá nos apresentar no ato da matrícula, uma cópia simples (que será retida ) e original dos seguintes documentos:
a) CPF;
b) RG;
c) Diploma do curso superior;
d) Comprovante de residência;
e) 01 foto 3X4 recente;
f) Termo de compromisso de pagamento das parcelas financeiras referentes ao valor de investimento do curso.

A efetivação da sua matrícula deverá ser devidamente confirmada pelo Centro de Apoio ao Aluno.
A matrícula somente será considerada efetuada mediante o nosso recebimento de todos os documentos necessários acima mencionados.

ATENÇÃO! - O Programa de Educação Continuada da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (PECE/EPUSP) reserva-se o direito de não realizar este curso, ou modificar sua data.

Atualmente no Brasil os índices de automedicação e casos de intoxicação por uso de medicamentos especialmente os analgésicos, prescritos ou não, são alarmantes e em alguns casos levam seus usuários a outras doenças graves ou até mesmo a óbito. Foi estabelecido neste trabalho a elaboração do modelo de negócios de produto baseado em estimulação elétrica nervosa transcutânea para alívio da dor, tecnologia essa denominada TENS, que possui a grande vantagem de não apresentar hiperdosagens ou efeitos colaterais. A metodologia aplicada no trabalho baseou-se na aplicação do Canvas de Modelo de Negócios além de outras ferramentas de design thinking. Considerando as premissas estabelecidas na análise de viabilidade o negócio se mostrou sustentável.
Esse trabalho consiste em analisar a viabilidade de desenvolvimento de um sistema inteligente para planejamento e controle de cobertura em inspeções e testes para montagem de placas de circuito impresso. Como suporte ao estudo, inicialmente foram realizadas pesquisas teóricas e bibliográfias sobre o processo industrial e tópicos relacionados. O próximo passo foi a contextualização, identificação das necessidades e de problemas gerados pela falta de um sistema eficaz. Nesse passo foram utlizadas metodologias de pesquisa de mercado, plano de negócios e análise de requisitos através de depoimentos dos profissionais que atuam nessa indústria. Foram mapeadas as condições atuais, soluções já existentes disponíveis e expectativas dos usuários em possuir um sistema totalmente digital, integrado e customizado ao ambiente de chão de fábrica. Em seguida, foram definidas possíveis soluções tecnicamente viáveis e estratégias para o projeto de desenvolvimento de um sistema. Esse deve ser totalmente automático e ajustável de acordo com o produto, critérios de cobertura, fluxo de montagem da linha de produção e respectivos equipamentos de inspeção e testes. Como trata-se de programação de softwares, integração com dispositivos e automações, a abordagem híbrida (ágil e preditiva) de gerenciamento de projetos teve melhor aderência para determinação do escopo do produto e planejamento de execução do projeto. Os esforços e investimentos para implementação foram normalizados em módulos funcionais para avaliação do custo benefício econômico/financeiro e o real valor agregado, considerando o segmento de mercado e volume de produção. Novos desdobramentos de análises técnicas e estimativas de desenvolvimento são os próximos passos para tornar o estudo em viabilidade.
O presente trabalho foi elaborado afim de propor um modelo de negócios de um marketplace de produtos e serviços recorrentes, usando a ferramenta Business Model Generation para tal. A economia da recorrência fez com que as empresas obtivessem maior previsibilidade sobre sua receita, enquanto em contrapartida, os cuidados com experiência do cliente e qualidade dos produtos e serviços fossem implementados. Apesar disto, muitas empresas ainda não praticam este modelo de gestão de receita, além de muitos consumidores também não desfrutarem dos benefícios que este modelo proporciona; é nesse contexto que surge o projeto de um marketplace especializado em produtos e serviços por assinatura. Para que seja feita a estruturação do modelo de negócios deste projeto, foi utilizada a ferramenta Business Model Generation, que permitiu de forma simples e objetiva, analisar seus principais conceitos, como um passo fundamental na criação do plano de negócios do projeto. Além disso, o projeto de modelo de negócios permitiu avaliar seu planejamento estratégico através da matriz SWOT e também sua perspectiva de competitividade no mercado, através da teoria de cinco Forças de Porter. Por fim, foi feito um estudo de viabilidade do projeto.
O Open Banking é um termo que reflete o conceito de "Banco aberto", em que, com permissão dos clientes, as informações podem ser trafegadas entre as instituições para dar mais visibilidade e acesso a produtos diferenciados aos clientes. Dado este contexto e a sua aplicabilidade aqui no Brasil, a presente monografia visa a trazer uma solução simplificada de mercado que permita aos clientes que visualizem a sua carteira de investimentos de maneira consolidada nos canais digitais já existentes de suas instituições (como o Internet Banking ou Mobile Banking), independente de qual (is) instituição (ões) financeira eles estejam vinculados, trazendo uma visibilidade total dos produtos com a possibilidade de gerenciamento individual e recomendações mais assertivas dadas as próprias necessidades.
Muitas empresas têm enfrentado dificuldades no gerenciamento e desenvolvimento de soluções para suas necessidades internas. Existem vários conteúdos sobre como inovar desenvolvendo produtos digitais e serviços para solucionar problemas para clientes finais externos e gerar oportunidades de negócio, porém, não se percebe a mesma variedade de publicações voltadas aos problemas entre equipes que prejudicam a produtividade e dificultam o desenvolvimento de soluções internas. O presente trabalho apresenta os resultados de um projeto executado em uma empresa no setor de serviços que representa comercialmente operadoras de telecomunicação, aplicou-se um método, conhecido como design sprint, para o desenvolvimento de um software e de um processo de gerenciamento, que tem como propósito solucionar problemas internos de catalogação dos planos e pacotes que precisam ser divulgados e revendidos por esta empresa. O problema em questão afeta o desempenho das áreas de operação de vendas e marketing. Este trabalho contempla a descrição das etapas de entendimento do problema, de ideação, da proposta de soluções, de prototipação e de validação de resultados. Como critérios de sucesso são considerados: o parecer das áreas impactadas, o tempo de desenvolvimento até a implementação da solução, orçamento e satisfação da equipe ao longo da participação do projeto. A validação deu-se através da comparação do projeto utilizando método proposto (design sprint) e projetos anteriores que não adotaram uma metodologia específica para colaboração. Essa comparação foi realizada através da análise quantitativa dos indicadores de produtividade (velocidade de entrega e atingimento da meta) da equipe de desenvolvimento em conjunto com uma análise das respostas coletadas em pesquisa motivacional entre os integrantes da equipe citada. Os resultados demonstram a possibilidade de adoção do método (design sprint) no desenvolvimento de projetos para clientes internos, obtendo-se impactos positivos como menor tempo no desenvolvimento, diminuição de falhas no sistema e aumento do indicador de satisfação profissional entre os envolvidos no projeto.
A criação da plataforma SOU MULHER, foi uma iniciativa para dar suporte a mulher e a comunidade LGBTQI+, para ter um espaço para conseguirem se comunicar, desabafar, se informar melhor. As ferramentas utilizadas pela metodologia no projeto foram de natureza qualitativa, por meio do estudo de caso, levantamentos de campo descritiva e explicativa e pesquisa bibliográfica. Foram realizadas entrevistas com seis mulheres e dois homossexuais, sobre cultura, preconceito e obstáculos na sociedade que eles já encontraram, gerando um impacto grande no cenário pesquisado, e permitiu identificar deficiências e conteúdo que precisavam ser colocados. Para a metodologia voltado ao HCD (Human-Centered Design), foi feito mapa semântico, mapa de empatia, brainstorm e nuvem de palavras, com essas informações foi desenvolvido a persona. A pesquisa bibliográfica com o referencial teórico forneceu dados e elementos precisos para embasar melhor o entendimento sobre o problema, quais eram os reais caminhos que deveriam ser seguidos. O conjunto dos dados, mais a tecnologia aplicada na prototipação buscou encontrar a melhor maneira de sintetizar o mundo feminino e LGBTQI+ e suas necessidades, trazendo informação e empatia para quem acessa. Assim, foi possível desenvolver o projeto com mais assertividade e permitiu chegar no objetivo proposto.
Essa pesquisa foi elaborada com objetivo de entender a fundo a logística reversa de eletroeletrônicos, de modo a propor um projeto de plataforma para pequenas e médias empresas. Através da pesquisa bibliográfica foi possível definir o que são REEEs - resíduos eletroeletrônicos, os impactos causados por seu descarte irregular, a legislação vigente para o assunto e as iniciativas existentes no Brasil e no mundo com o propósito de garantir o correto descarte desses resíduos. Com base na pesquisa, foi possível propor um projeto de plataforma sistêmica para conectar catadores individuais, cooperativas e pequenas empresas da cadeia de eletroeletrônicos.
A experiência do cliente (Customer experience - CX) tornou-se uma das principais preocupações dos executivos de negócios em todo o mundo sendo considerado um determinante do sucesso corporativo a longo prazo. Empresas centradas no cliente endereçam as necessidades e experiências de consumidores mais exigentes e conectados por meio de ferramentas e métodos que contribuem para aumentar a compreensão de percepções (ou insights) para a gestão da experiência do consumidor. Uma das ferramentas de design thinking (DT) mais difundidas em CX é a que possibilita a visualização de um serviço vivenciado sob a perspectiva do cliente, o mapeamento de jornada do cliente ou customer journey mapping (CJM). Com alto grau de inovações no mercado, as empresas buscam constantemente soluções para entender o comportamento e endereçar as necessidades de seus clientes para melhor servi-los. Especialistas como consultores de CX e designer de serviços (service designer) ou área interna de CX são as principais opções de companhias para desenvolverem uma cultura organizacional centrada no cliente (customer-centric culture), demandando alto grau de conhecimento sobre o ciclo de serviço e os perfis de clientes. Esse estudo propõe um modelo (framework) estruturado para mapeamento da jornada atual do cliente de forma guiada utilizando técnicas da análise de valor incluindo a identificação das funções de um serviço ou produto. Desta forma, o framework proposto propicia maior eficiência e agilidade na realização do mapeamento da jornada atual do cliente sem que haja a conhecimento prévio necessário de ferramentas de design.
A ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica, nos termos da Lei Federal nº 9.991/ 2.000, possui um dos maiores programas de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) do Brasil, cuja finalidade é a concepção de produtos e serviços relacionados ao setor elétrico, com investimentos anuais, perenes, da ordem de R$ 500 milhões, os quais são gerenciados diretamente pelas empresas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, sob regulação e fiscalização da referida agência. Conforme dados da ANEEL, em 2019, foi verificado que no período de 2008 a maio de 2019, apenas 9,2% do total dos recursos disponibilizados para o programa foram empenhados nas categorias da cadeia de inovação referentes a cabeça de série, lote pioneiro e inserção no mercado, que juntas são responsáveis pela comercialização das soluções desenvolvidas, respectivamente, pelo aperfeiçoamento dos protótipos, escalonamento industrial e difusão e registros. Uma das possibilidades para a baixa comercialização dos projetos desenvolvidos, é a forma como é feita a escolha destes projetos, que é realizada, muitas vezes, por uma pequena equipe localizada nos centros administrativos das empresas de energia, sem a participação da equipe técnica, que estão localizadas nas respectivas bases operacionais. O programa de prospecção de soluções inovadoras, ora proposto, é baseado em conceitos de inovação aberta e de crowdstorming (tempestade de ideias, por meio de trabalho voluntário e colaborativo de um grande número de pessoas), cuja finalidade é encontrar boas ideias, junto aos colaboradores da empresa, e estruturá-las em um documento de pré-projeto, de forma a orientar as escolhas dos projetos a serem desenvolvidos, em etapa posterior, no programa de P&D da ANEEL. A principal vantagem é expectativa de uma maior aplicabilidade e, consequente, comercialização dos projetos desenvolvidos no referido programa. Ao final da elaboração dos pré-projetos, é feita a classificação dos pré-projetos, priorizando as melhores propostas desenvolvidas tecnicamente, as quais possuem maiores possibilidades de gerar resultados econômicos e financeiros positivos para a empresa de energia elétrica, respectivamente, pela utilidade interna e pela comercialização externa.
Este trabalho apresenta um plano de negócios no mercado de medicina diagnóstica e o desenvolvimento do projeto de um aparelho para detecção de câncer de mama em mulheres, denominado por RAMA, Rastreamento em Mama. RAMA é um aparelho pioneiro projetado e desenvolvido no Brasil que possui um método de detecção não nocivo de câncer de mama, no qual a sua funcionalidade é baseada no emprego de micro-ondas, e.g. ondas eletromagnéticas com frequências entre 1 GHz e 10 GHz, que são transmitidas e recebidas por antenas de banda ultralarga do tipo Vivaldi neste projeto. Durante o exame de diagnóstico, os sinais de micro-ondas do RAMA são aplicados no seio da paciente e o processamento dos sinais refletidos geram imagens médicas de alto contraste, capazes de identificar tumores de dimensões milimétricas. Essa modalidade de imagiologia médica é conhecido em inglês como Microwave Imaging (MWI). O tamanho de um tumor é um dos indicativos de seu estágio de extensão ou gravidade, sendo que quanto menor o tumor é identificado, maiores as chances de recuperação da paciente. Este método é visto como não nocivo por não utilizar o espectro de Raio-X, como o tradicional exame de mamografia que se vale desta radiação ionizante. Além disso, é também considerado indolor por não comprimir a mama durante um exame clínico. Este trabalho destaca ainda a capacidade de detecção de tumor em uma mama densa por meio de MWI, o que não é possível por meio de Raio-X, sendo isso um grande valor agregado ao RAMA, dado que o tecido denso é um fator de risco para o desenvolvimento de câncer na mama. Como ferramentas de gestão para desenvolver o plano de negócios do RAMA são utilizados o método Canvas em conjunto com uma análise SWOT (Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças). Os indicativos de payback (tempo de retorno), VPL (Valor Presente Líquido) e Taxa Interna de Retorno (TIR) foram calculados como parâmetros de risco e viabilidade financeira, bem como uma análise de mercado e concorrentes. Como ferramentas para o desenvolvimento do aparelho RAMA, são utilizados a espiral de projetos e o ciclo de produção e consumo. Os resultados mostram que o desenvolvimento do aparelho RAMA é viável financeiramente e tecnicamente, obtendo o valor do indicativo VPL em torno de 12 milhões de reais (R$) com uma TIR de 124% para o período considerado de 60 meses.
A evolução do acesso à educação superior nas últimas décadas junto com a concentração das instituições de ensino em regiões setorizadas no Brasil; tem incrementado o deslocamento para questões educacionais, e como consequência, a demanda por moradias estudantis. Porém, a falta de coerência entre a configuração dos móveis e as habitações de dimensões mínimas, comprometem a função da moradia de possibilitar abrigo, conforto e bem-estar. Assim, identificar o relacionamento dos estudantes com o espaço que habitam e suas expectativas de uso, é fundamental no projeto de móveis que respondam a suas necessidades específicas. Por isso, através das quatro fases de desenvolvimento: Exploração, Análise e Definição, Ideação, e Implementação, adaptadas da metodologia de Human-Centered Design (HCD) e o Design Thinking; foi projetado um móvel multifuncional que atendesse às necessidades dos alunos e que fosse coerente com os espaços disponíveis e as singularidades das moradias estudantis. No desenvolvimento do projeto, foi possível identificar que as soluções de mobiliário nas habitações, só atendem as necessidades relacionadas com as atividades de dormir e as de armazenamento. No entanto, as necessidades dos estudantes também estão relacionadas com as atividades de estudo, de lazer, de autonomia, e sentido de pertencimento. Esta problemática, é consequência de um contexto, onde os processos de produção determinaram o aspecto formal do móvel popular sem contemplar as singularidades do público que necessita este tipo de solução. Nesse sentido, involucrar às pessoas e incentivá-las a participar como cocriadoras no projeto do móvel multifuncional de acordo com os princípios do HCD, permitiu estabelecer os parâmetros para o projeto de móveis direcionados para estudantes nos contextos de espaços reduzidos. Isto facilita a adaptabilidade de futuros projetos em situações espaciais e financeiras menos restritivas, o que constitui uma oportunidade de satisfazer a demanda crescente desse segmento do mercado, conforme a nova realidade dos espaços residenciais.
Empresas públicas e privadas desenvolvem seus projetos de infraestrutura, construção de fábricas, instalação de linhas e equipamentos de produção, inclusive sua operação e manutenção, através de organizações externas que possuam experiência em projetos semelhantes. Nos últimos anos, o regime de contratação frequentemente utilizado para projetos deste tipo é o EPC (Engineering, Procurement and Construction - Engenharia, Aquisições e Construção) na modalidade denominada Turnkey, na qual, apenas uma organização é responsável pelo desenvolvimento e execução de todo o projeto a partir dos estudos de viabilidade e projeto conceitual previamente desenvolvidos. Este tipo de regime de contrato apresenta vantagens significativas para a empresa contratante, porém evidencia, reiteradamente, a dualidade de interesses que o contratante e contratado têm sobre preço, qualidade, prazos e metas. Ademais, apresenta desvantagens, como a dificuldade em gerar soluções inovadoras, a falta de definições claras no início do projeto e, consequentemente, a frequente alteração do escopo ao longo do projeto. Todos estes pontos geram disputas e desgaste entre contratante e contratado, desde as tratativas comerciais até a entrega do projeto. Através da presente monografia é apresentado um serviço de engenharia consultiva, que utiliza a metodologia de Design Thinking como ponto de partida para elaboração do projeto conceitual alinhado com as partes interessadas e, principalmente, alinhado com as necessidades dos usuários. De modo a complementar, o uso da Seleção de Conceitos buscou garantir uma etapa de análise de engenharia e verificar a viabilidade técnica das principais soluções propostas. E, por fim, a solução conceitual selecionada foi traduzida em um conjunto de documentação técnica e submetida ao cliente, que pôde utilizá-la como base para a seleção do fornecedor e gerenciamento do projeto EPC Turnkey. Este serviço de engenharia consultiva mostrou-se assertivo em relação a determinação dos requisitos do projeto, a identificação dos anseios dos usuários e das partes interessadas e, por consequência, o aumento da probabilidade de sucesso dos projetos. Com isso, busca-se desenvolver continuamente a inovação nos projetos EPC Turnkey e observar novas oportunidades através da perspectiva do cliente.
O objetivo deste trabalho é apresentar e avaliar os fatores do ponto de vista comercial e legal que influenciam micro e pequenas empresas, denominadas de startups , em implantar um programa de integridade conforme estabelecido pela Controladoria Geral da União (CGU). Inicialmente é analisado o panorama das startups de forma global, explanado conceitos teóricos e bases legais sobre compliance. São apresentados dois exemplos de programa de integridade, um de uma multinacional no mercado brasileiro do setor petroquímico e outro de uma startup no setor de entregas, respectivamente na Braskem e empresa Alfa. Com foco no gerenciamento de riscos, são apresentados os pontos fortes destes programas, com o intuito de avaliar e identificar quais as melhores práticas utilizadas por estas empresas. É explicado os cinco pilares necessários para um programa de integridade efetivo no combate a práticas de anticorrupção segundo a CGU, que são: comprometimento da alta liderança, instância responsável pelo programa, análise de perfil e riscos e estruturação das regras. Como base para a proposta, é apresentada a norma da International Organization for Standardization (ISO) 31000:2018 de gerenciamento de riscos, pois é através da identificação dos riscos de uma empresa que é criado e adaptado um programa de integridade com os elementos necessários para evitar a materialização dos principais riscos mapeados. Para uma melhor compreensão e desenvolvimento da diretriz, são utilizadas as ferramentas: Strengths, Weakenesses, Opportunities and Threats (SWOT) para identificar pontos de melhoria e aperfeiçoamento e mapear o cenário em que uma determinada startup esta inserida, e a análise 5W2H para mapear as atividades da empresa que envolvem riscos de compliance. Como resultado é apresentada uma diretriz simplificada de sistema de gerenciamento de riscos de compliance replicável a startups, de forma eficiente, prática, e de baixo custo.
Este trabalho apresenta um modelo de negócio para um serviço de analítico em nuvem com o objetivo de obter a sinergia dos subsistemas de automação predial e economia de energia do edifício. As soluções dos Sistemas de Automação Predial (BAS) evoluíram de acordo com o surgimento de novas tecnologias: no primeiro momento com a digitalização das informações dos dispositivos de campo através dos CLPs até o surgimento dos aplicativos móveis para BAS (Sinclair, 2020). Os subsistemas que compõem o Sistema de Gerenciamento Predial (BMS), como HVAC, EMS, CFTV e SCA, armazenam uma imensa quantidade de dados que não é utilizada. Entretanto, a análise e o cruzamento dessas informações podem gerar curvas comportamentais da saúde do edifício com o intuito de melhorar a eficiência energética e realizar manutenções preditivas através do aprendizado de máquina. A pesquisa de mercado mostrou um público alvo de pelo menos 25 mil edifícios no Brasil em 2020 propensos a possuir uma solução de BMS não otimizada e a Análise SWOT identificou as fortalezas do analítico em nuvem na viabilidade técnica da solução visando a economia de energia. O CANVAS e o cálculo do valor presente líquido foram utilizados na análise de viabilidade econômica da solução e do modelo de negócio.
Neste trabalho uma metodologia proposta é desenvolvida e aplicada em estudo de caso para cálculo de estoques tanto para produtos que ainda estão em processo de fabricação, denominados produtos semiacabados, quanto aqueles já prontos para serem vendidos, denominados produtos acabados, para a empresa Alfa, metalúrgica brasileira do ramo de metais sanitários residenciais. Dada a alta variação na demanda de vendas reais frente às previstas, acrescida de um grande número de portfólio de produtos acabados (mais de 3.000 produtos ativos) e diversos processos produtivos distintos presentes em sua manufatura, tais como fundição, usinagem e processos de tratamento de superfícies, a empresa Alfa acabou tendo dificuldades logísticas em gerir seus estoques de produtos semiacabados e acabados, o que levou a restrições econômicas e comprometimento nos prazos de entrega solicitados ao cliente. Os métodos tradicionais para cálculos de estoques normalmente são focados apenas nos produtos acabados, como por exemplo o método chamado de estoque de segurança, que é baseado na variabilidade da demanda de vendas e que desconsidera as possíveis variações que podem ocorrer na manufatura, como os refugos de peças e indisponibilidade de equipamentos. Com a utilização de ferramentas de engenharia como lista técnica, roteiro de fabricação, análise estatística baseada em distribuição normal e Kanban, este trabalho apresenta uma metodologia que reúne procedimentos de estoque para ambos os produtos semiacabados e acabados, fornecendo uma estratégia que reduz o valor total de estoque da fábrica e viabiliza um melhor atendimento às vendas de produtos acabados quando comparadas com a metodologia de estoque de segurança. O método proposto é validado utilizando-se como referência dados históricos dos últimos dois anos de vendas de produtos acabados da empresa Alfa, comparando os resultados simulados alcançados com ambas as metodologias apresentadas. Os principais indicadores utilizados para estas comparações são custo monetário total de estoque e tempo para atendimento aos pedidos. Os resultados apresentam uma redução média de 18% no valor do estoque total planejado e melhoria de 2% no tempo utilizado para atender aos pedidos de vendas.
A crescente tendência de "Do it yourself", ou faça você mesmo, vem se tornando cada vez mais comum no Brasil, surgiu com maior intensidade no mercado da moda e do artesanato, para alguns é tida como estilo de vida e se mostra um mercado com grandes oportunidades de negócio. Partindo da motivação em atender às necessidades dos clientes praticantes do "Do it yourself" que frequentam a Leroy Merlin Brasil, além de um rico portfólio de produtos e do comércio simples do varejo, é necessário oferecer serviços que completem sua experiência durante as compras, sendo assim a presente Monografia tem por objetivo desenvolver um serviço de Locação de Máquinas e Equipamentos nas lojas no território nacional. Dentro dos conceitos de pesquisa, mapeamento de fluxos comerciais, análise SWOT, classificação NCM/SH, matemática financeira, sistemas Produto-Serviço e economia circular, é possível desenvolver um serviço moderno, simples e ágil para atender à todo o projeto do cliente, seja uma reforma, restauração, manutenção ou decoração em sua residência. O serviço desenvolvido visa oferecer ao cliente as ferramentas necessária para seu projeto, que devido à baixa frequência de uso não são uma opção de compra do consumidor, desta forma a Locação de Máquinas e Equipamentos visa trazer aumento do ticket médio do consumidor e do resultado operacional das unidades, com base na disponibilidade de serviços que completem a aplicação dos produtos que o consumidor já encontra nas lojas.
O presente trabalho consiste no desenvolvimento de um equipamento que tem a função de monitorar a mudança de decúbito em pacientes acamados. O monitoramento se faz necessário para que haja o cumprimento da prescrição dos profissionais de saúde quanto à mudança de decúbito, que, por sua vez, é de suma importância para prevenir lesões por pressão. Esse equipamento é capaz de indicar o exato momento de realizar a mudança de posição, além de fornecer o histórico de todos os eventos realizados. Sua concepção se baseia na tecnologia da internet das coisas (IoT), permitindo mobilidade, baixo custo e conectividade. Para estabelecer empatia com o usuário no processo de desenvolvimento do equipamento, foram utilizadas ferramentas do Design Thinking como a Jornada do Usuário, brainstorm e a matriz de posicionamento, para que as principais necessidades do cliente sejam atendidas. Após definidas as funções do equipamento, foi desenvolvido um protótipo em escala real, validando a compatibilidade funcional e dimensional do equipamento.
Tendo em vista as vantagens proporcionadas pela maior eficiência energética e a reprodução de cores que as luminárias LED proporcionam em relação às de vapor de sódio, tradicionalmente usadas na iluminação pública, atualmente as prefeituras de todas as cidades do Brasil e do mundo estão buscando tal substituição. Este trabalho teve como tema o desenvolvimento de uma fonte de alimentação chaveada para luminárias a LEDs com controles automáticos pré-programáveis de corrente de saída e da temperatura de operação da luminária, de forma a evitar sobreaquecimento, falhas catastróficas e redução da vida útil dos componentes em estado sólido que as compõe. Independente das vantagens que o novo sistema de iluminação proporciona, dúvidas e questionamentos em relação a sua durabilidade, geraram a necessidade de melhorias no controle de qualidade das luminárias utilizando soluções inteligentes integradas, considerando o seu valor agregado e o que se espera dele quando comparado ao seu valor de investimento. Sendo os LEDs e a fonte de alimentação, os componentes críticos para a qualidade e especificação da vida útil do produto, foi proposta uma solução de como obter maior controle sobre os principais fatores que podem comprometer a falha da luminária, desenvolvendo uma fonte chaveada inteligente para atuar com proteções específicas de acordo com os parâmetros pré-programados, utilizando como metodologia, ferramentas do Processo de Desenvolvimento de Produto - PDP. Fonte chaveada é um conversor eletrônico estático de corrente alternada para corrente contínua, nesta aplicação, com saída constante de acordo com os arranjos dos LEDs utilizados. O ponto crítico para a vida útil dos componentes é a sua temperatura de operação, que, quando monitorada e controlada, garante a não ocorrência de falhas, desgastes, o bem estar e a segurança dos usuários. Este trabalho apresenta o desenvolvimento de um conversor estático com topologia "flyback" e de um software para programação de suas funcionalidades.
A semente para o desenvolvimento deste projeto nasceu da observação dos hábitos e comportamentos das partes envolvidas nas negociações comerciais no meio musical. É comum ouvir lamentos de músicos frustrados e que se sentem desmotivados e desvalorizados dentro do cenário musical, em especial aqueles que atuam em bares e casas noturnas. Este trabalho apresenta uma pesquisa e a análise deste cenário, realizadas para fundamentar a construção de uma ferramenta que se propõe a auxiliar estes profissionais e seus possíveis contratantes a construírem relações mais organizadas, de modo a fomentar mais profissionalismo neste nicho de mercado. O Design Thinking foi a abordagem utilizada como espinha dorsal para o desenvolvimento do trabalho, mas houve também a aplicação do Business Model Canvas como ferramenta de apoio para análise e o planejamento para o Minimum Viable Possible para prototipagem. Obteve-se como resultado, o projeto de um aplicativo que se propõe a aproximar prestadores de serviço e contratantes do meio musical, com base em critérios pré-definidos por cada uma das partes, gerando um contrato digital e efetuando a transação financeira acertada entre eles. Todo este trabalho poderá ser utilizado na prática para testar a aderência dos usuários ao novo produto, de modo que sejam realizadas as iterações necessárias e o desenvolvimento do produto final aconteça de maneira mais assertiva, minimizando gastos infrutíferos.
O presente estudo teve como objetivo aplicar o ciclo de melhoria contínua, com base no método PDCA, para redução de não conformidades, quantificadas através de um processo de monitoramento das ligações, recepcionadas por colaboradores do departamento de atendimento ao cliente, de uma empresa emissora de cartões pré-pagos, do setor de meios de pagamentos. A partir dos resultados obtidos, foi realizada a classificação das falhas, denominadas como não conformidades, e os seus respectivos graus de impactos. Após esse entendimento, que resultou na identificação do problema de causa raiz, foram implantadas ferramentas de qualidade para elaboração de um planejamento e execução de ações de melhoria contínua que resultou no aumento de eficácia no suporte ao consumidor, propagando a qualidade desse serviço e satisfação do cliente, que é um fator determinante no ciclo de vida do produto e interfere na continuidade do relacionamento, do consumidor com a empresa, e consequentemente na utilização do produto.
O presente trabalho tem como finalidade apresentar um projeto de criação do primeiro espaço físico da Ogawa Reflexoterapia na cidade de São Paulo, baseado em loja-conceito, avaliando a viabilidade de diversificação e também a expansão do atual modelo domiciliar de atendimento. Visa também, a inclusão e oferta a médio prazo de outros serviços como hidratação e escalda pés com produtos aromáticos e uma linha de cosméticos destinados a saúde e relaxamento dos pés. Não menos importante, a construção e fortalecimento da marca Ogawa Reflexoterapia, fixando-a como referência para o consumidor, baseada nos diferenciais "técnica e atendimento", resultado da metodologia empregada pelo seu fundador e autor do trabalho. Ainda que seja um serviço segmentado e direcionado para as classes A e B de consumidores, devido ao constante crescimento da demanda por alternativas que melhorem a qualidade de vida e aumento da longevidade da população brasileira, é factível também considerar a classe C, cada vez mais preocupada com a sua saúde e bem-estar. A metodologia do projeto, baseada em um plano de negócios, apresenta primeiramente o panorama inicial da empresa, seguida de análise do mercado, validação através de ferramentas pertinentes, portfólio de produtos e serviços, riscos, análise financeira e análise de viabilidade de expansão. Destacam-se também a equipe de back office e stakeholders, fazendo parte dos alicerces para o sucesso do projeto. Finalmente, faz-se o uso importante da estratégia de gestão de pessoas, com foco nos terapeutas, responsáveis em proporcionar experiências diferenciadas e imprimir a marca Ogawa Reflexoterapia para o consumidor. A partir das análises e validações no decorrer do projeto, verifica-se a oportunidade de implementação e adoção do modelo de negócios com melhor aderência.
O presente trabalho apresenta um estudo de caso da aplicação de métodos para desenvolvimento de produtos através da colaboração entre cliente e fornecedor. O produto em questão é um sistema para gerenciamento de assuntos regulatórios, comercializado para indústrias da saúde e bem-estar. Foi realizada uma análise utilizando o diagrama Ishikawa visando identificar melhorias no produto que aumentassem sua aderência às necessidades do cliente. Posteriormente, foram definidos critérios para seleção dos clientes que participariam do desenvolvimento do sistema em questão, considerando sua representatividade no mercado, disponibilidade para participar das atividades, análise das reclamações de clientes registradas através do canal de suporte, tamanho da demanda e segmento (indústria farmacêutica, alimentícia ou de cosméticos). Durante o processo foi realizada a adoção de um framework para gestão do desenvolvimento do produto direcionado à integração do cliente, optando pelo uso do SCRUM, o qual foi utilizado em conjunto com práticas de interação com o cliente tais como entrevistas, visitas e integração do cliente na equipe de projeto. Por fim, são apresentadas as ações realizadas na área de produtos, processos impactados e resultados obtidos.
O aumento da preocupação com a satisfação dos clientes na venda de serviços bancários mostra que existe uma necessidade de melhoria na qualidade desse atendimento, principalmente no que se refere ao pós-venda. Diante desta constatação, este trabalho teve como objetivo avaliar e demonstrar a viabilidade técnica e econômica de um empreendimento denominado RM Consultoria, cujo ramo de atividade está voltado para o atendimento e para a qualidade dos serviços oferecidos por instituições bancárias localizadas na cidade de São Paulo. Foi realizado um estudo mercadológico, administrativo, operacional, jurídico e financeiro sobre o tema, bem como uma pesquisa, de cunho quantitativo e qualitativo, elaborada para avaliar a existência de mercado no município. Este material incluiu o perfil dos clientes e suas principais necessidades e demandas, relativas à qualidade dos serviços dos produtos bancários. Ao final deste trabalho, foi apresentada uma análise de viabilidade em conjunto com estratégias e diretrizes necessárias para a abertura e o funcionamento da RM Consultoria, estudo este que servirá como base para possíveis decisões no gerenciamento de empresas desse tipo.
Está monografia utiliza metodologia ágil para gestão do projeto de desenvolvimento de um aplicativo para celular que permite que as academias da modalidade CrossFit® tenham um canal de comunicação com seus alunos e que através desse seja possível avaliar a evolução e armazenar as informações para que esses dados auxiliem em todo o processo de avaliação e progressão do aluno. Outro ponto importante é a utilização das ferramentas jornada do usuário e personas para identificar necessidades do público alvo e definir melhor usabilidade. O objetivo do aplicativo é permitir que coach e alunos tenham acesso aos dados incluídos na ferramenta e que esses dados auxiliem na programação de treinos e tomadas de decisão.
O volume de transações por meios digitais no setor bancário aumenta ano após ano, entretanto, o número de agências físicas mantém-se estável e mesmo com o crescimento da oferta de serviços bancários por meio das Fintechs - Financial Technology, o modelo robusto dos bancos tradicionais mantém-se sólido e rentável. Neste trabalho é apresentado uma proposta do novo modelo, papel e configuração de agências bancárias com base no histórico de mudanças e evoluções do setor tanto em termos econômicos quanto tecnológicos, no comportamento dos clientes deste mercado, em estudos e pesquisas com metodologias e ferramentas de Design Thinking e na análise de viabilidade financeira do modelo.
O presente trabalho tem por objetivo propor um plano de negócio para o produto marketplace focado em mercado de vestuário e acessórios do nicho específico denominado Plus Size ou tamanhos grandes. Este marketplace tem por proposta intermediar a compra e venda de itens direcionados à este público, onde a ideia central é disponibilizar uma plataforma para unir parceiros lojistas/fabricantes têxteis e consumidores da moda Plus Size, trazendo vitrines de ofertas com diversidade de marcas, tamanhos, modelos e preços. Através da ferramenta Business Model Canvas foram exploradas as necessidades do negócio, suas vantagens competitivas, estruturação operacional, conhecimento do mercado e viabilidade do negócio. Para consolidação das premissas e embasamentos da proposta foram utilizadas pesquisas primárias e secundárias, ferramentas e conceitos de Design Thinking, benchmark e plano de negócio a médio prazo de viabilidade, projeção de equilíbrio (breakeven) e retorno financeiro. Esta proposta resultou na visibilidade de amplos aspectos de negócio que não apenas ajudaram a caracterizar melhor o produto quanto também demonstrou a viabilidade técnica e financeira da aplicação do modelo diante de aporte de investimento.
A aplicação do LED (Diodo Emissor de Luz) na iluminação foi o causador de uma grande revolução. O benefício da sua utilização vai além da economia de energia, pois o uso desta tecnologia proporciona uma longa vida útil aos equipamentos, entre outras características. Desde o surgimento da lâmpada elétrica incandescente o mercado não sofria uma transformação de tal intensidade. Desse modo, as empresas fabricantes de luminárias tiveram que adequar o seu portfólio de produtos à aplicação da nova fonte geradora de luz, cuja utilização exige a observação de vários fatores, como a dissipação do calor gerado e controle do ofuscamento. O problema é que grande parte dessas indústrias ainda desenvolvem os seus produtos privilegiando os mesmos conceitos utilizados anteriormente. Como resultado, as luminárias criadas não atendem aos requisitos do cliente, gerando um descontentamento que exige trabalhosas revisões após o seu lançamento. O presente trabalho aplica uma ferramenta chamada QFD (Desdobramento da Função Qualidade) com o intuito de garantir que os requisitos dos clientes sejam transformados em características essenciais para o sucesso do novo produto.
As organizações empresariais buscam o incremento de sua competitividade e a sustentabilidade do negócio ofertando produtos e serviços adequados ao mercado. Para assegurar o sucesso do plano, estas organizações estabelecem uma hierarquia de objetivos capaz de orientar os executivos nas ações necessárias para a condução do negócio, todavia, com o avanço do capitalismo, muitas organizações são gerenciadas com excessiva ênfase nos resultados financeiros de curto prazo, como consequência, estas empresas podem perder oportunidades de investimento e o engajamento do corpo de funcionários ao sucesso da organização. Neste trabalho é proposto um conjunto de medições balanceadas entre aspectos financeiros e não-financeiros orientados às diretrizes estratégicas segundo as 4 perspectivas do Balanced Scorecard (BSC), de forma a promover o gerenciamento da estratégia em uma empresa prestadora de serviços logísticos.
O presente trabalho tem por objetivo propor um modelo que auxilie o método de hierarquização de ideias em processos acessórios de geração de valor em serviços voltados ao público consumidor de produtos profissionais para construção, manutenção e instalação, através da fusão de ferramentas do design e do Sistema de Gestão da Qualidade. A metodologia utilizada baseou-se no método experimental tendo em vista um estudo de caso em uma startup do ramo atacadista, por meio de abordagens qualitativas e quantitativas através da utilização do modelo de Value Proposition Design Canvas (Canvas de Design da Proposta de Valor) associado à metodologia QFD - Quality Function Deployment (Desdobramento da Função Qualidade) de modo a incentivar a aproximação de resultados obtidos através de ferramentas criativas (majoritariamente associadas ao empirismo e processos mentais deveras amplos por parte de seus utilizadores) das bases lógicas providas pelos princípios metodológicos associados à preceitos das ferramentas da Gestão da Qualidade. Pretende-se apresentar os preceitos de ambos os modelos supracitados a fim de embasar um novo método híbrido no intento de justificar sua utilização para fins mais assertivos e práticos em termos de prototipagem de propostas de novos serviços.
A criação de Recursos Educacionais Abertos (REA) na Universidade Virtual do Estado de São Paulo (UNIVESP) é resultado do processo de desenvolvimento ADDIE (análise, design, desenvolvimento, implementação e avaliação), alicerçado em quatro dimensões pedagógicas: 1) engajamento; 2) criatividade e diversão; 3) compartilhamento e 4) situações-problema. Neste trabalho é discutido o potencial das ferramentas de brainstorming, a utilização de metáfora e o uso de protótipos de alta fidelidade como ferramentas que podem apoiar o processo de desenvolvimento de REA na UNIVESP. Além disto, como objetivo secundário, foi perguntado para o aluno sobre a contribuição dos REA para o tema estudado. A metodologia para realização deste trabalho considera o estudo bibliográfico apoiado por análise qualiquantitativa. Foram coletadas respostas qualitativas de uma docente que contribuiu para o processo de desenvolvimento dos recursos, bem como respostas de alunos, por meio de questionário de avaliação, em cuja composição também havia questões fechadas. Em cada um dos instrumentos busca-se, respectivamente, averiguar as percepções dos respondentes em relação ao processo de criação de REA e em relação à presença das quatro dimensões pedagógicas (engajamento, criatividade e diversão, compartilhamento e situações-problema). Como resultados, houve destaque para o uso das ferramentas de apoio à criatividade, especialmente nas etapas de análise e design. Enquanto conclusão e considerações para trabalhos futuros, emergiram desta pesquisa a necessidade de criar processos que aproximem docentes, mediadores e alunos e atendam às necessidades que esses participantes identificam durante o processo educacional.
Atualmente, um grande anseio das empresas é a entrega de valor aos seus clientes na forma de produtos e serviços. Até a concepção dos mesmos, eles são submetidos a projetos, que transformam ideias em realidade, variam de acordo com o tempo, custo, escopo e outras variáveis. Até que o produto final ou serviço desejado seja entregue, é comum haver um esforço demasiado, pois concluir projetos com sucesso é uma condição buscada por empresas e profissionais, porém, nem sempre alcançado. Devido ao advento de uma nova corrente de gestores e da recente adoção da palavra "agilidade" no vocabulário de especialistas em gestão de projetos, este trabalho mostra como a aplicação de conceitos e metodologias ágeis na entrega de projeto podem se aliar à rigorosidade outrora utilizada como condição primária para sucesso de um projeto. Não obstante as correntes tradicionais questionarem a rigorosidade de ferramentas simples e eficazes, no decorrer do texto é abordado a qualidade de ferramentas que dão agilidade ao processo de condução e entrega de projetos. São mostrados no texto conceitos teóricos regidos pela cartilha do PMBOK®, guiados por diferentes processos para as chamadas Áreas do Conhecimento. Scrum, Kanban, Lean e Extreme Programming são algumas das metodologias explicadas ao longo do texto, que alia as práticas destas metodologias aos processos do PMBOK®. Além de conceitos teóricos e abordagens práticas, o trabalho menciona alguns estudos de caso bem sucedidos na adoção de práticas ágeis na gestão de projetos destas empresas. Sendo assim, o trabalho defende o modelo híbrido baseado em teoria, prática e casos de sucesso.
Pensando no desenvolvimento de um novo produto, foram elaborados diversos estudos para lançar uma nova luminária com um sistema que facilite e torne mais segura sua manutenção. Esta luminária foi pensada especificamente para o caso da escola Politécnica da Universidade de São Paulo (POLI-USP), que possui uma demanda de manutenção de seus ambientes que não consegue ser suprida pelo atual quadro de funcionários. O estudo começa com a análise de uma necessidade proveniente das dificuldades do método atual de manutenção, que envolvem reparar a iluminação: risco de quedas, choques elétricos, perda de tempo e até prejuízos. A fim de saber das inovações existentes nesta área, foi pesquisada uma variedade de patentes relacionadas à iluminação, a maioria delas com soluções que facilitassem a manutenção, que é o foco deste trabalho. A partir disto, foram aplicadas diversas metodologias comparativas para estudar as estratégias de qualidade, assim como a viabilidade técnica e econômica do novo produto. Partiu-se então para o levantamento de mercado das alternativas que seriam consideradas luminárias concorrentes para traçar um comparativo. Isto foi feito estudando as estratégias utilizadas pelos atuais fabricantes, a fim de conhecer seus erros e acertos, e de antecipar uma estratégia própria se utilizando destas informações. Finalmente, apresenta-se o conceito da nova luminária, seu desenvolvimento técnico, e então são especificadas as características como dimensões, materiais, e descrição detalhada de cada um dos componentes, e estimativa de preço. Conclui-se então, após todos os estudos, como esta inovação seria vantajosa (ou não) para a Escola Politécnica, comparada com a situação atual.
O objetivo do presente trabalho foi investigar a utilização do método de desdobramento da função Qualidade (QFD) no desenvolvimento de um projeto de cadeira de uso coletivo para utilização em espaços de restaurantes, bares e lanchonetes. O trabalho mostra brevemente o histórico desta tipologia de produto e sobre a aplicação do QFD. Em seguida é mostrado o desenvolvimento da Matriz da Qualidade para o novo produto, iniciando-se a partir da pesquisa mercadológica e desenvolvimento da tabela da Qualidade Exigida. Por fim, o resultado dos desdobramentos foi utilizado para desenvolver o projeto conceitual do produto, o qual integrará o portfólio de uma varejista nacional do setor de casa e decoração.

ATENÇÃO! - O Programa de Educação Continuada da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (PECE/EPUSP) reserva-se o direito de não realizar este curso, ou modificar sua data.

Certificação USP


Para que o aluno conquiste o certificado do curso de Gestão e Engenharia de Produtos e Serviços – MBA POLI USP – Síncrono/ao vivo, emitido oficialmente pela Universidade de São Paulo, deverá ser aprovado em todas as disciplinas do curso, com nota mínima de 7,0 e presença acima ou igual a 75%, assim como a aprovação da sua monografia pela banca examinadora.

Certificado USP

Processo de inscrição

Para realizar a inscrição e participar do Processo Seletivo o candidato deverá proceder da seguinte forma:

PRÉ-REQUESITOS

Espera-se dos candidatos, sólida formação superior, conhecimentos básicos de inglês e experiência profissional.

PAGAMENTO

Efetue o pagamento da taxa de inscrição no valor de R$ 150,00 (Cento e cinquenta reais), por meio de boleto bancário, enviado automaticamente para o e-mail cadastrado.

SELEÇÃO

A seleção será feita com base nas informações fornecidas pelo interessado na “Ficha de Inscrição”. Caso o interessado seja aprovado, receberá e-mail do Centro de Apoio ao Aluno, com instruções para efetivar sua matrícula.

Só será possível participar do processo seletivo, após a confirmação do pagamento da taxa de inscrição.

ATENÇÃO! - O Programa de Educação Continuada da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo - PECE/EPUSP reserva-se o direito de não realizar este curso, ou modificar sua data.

Estrutura
de qualidade

Histórias de Sucesso

Torne-se um líder produtivo no mercado.